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Já trabalhei em várias áreas e no meu último trabalho viajei muito e conheci sítios fantásticos. No entanto, só na maternidade é que me encontrei...quando a minha filha foi diagnosticada e passou a necessitar de mim 24h por dia dediquei-me a cuidar dela de corpo e alma. Uma das grandes batalhas travadas foi a de nunca deixar que a condição da Kaitlin nos impedisse de fazer ou ir onde queríamos tentando levar a vida o mais normal possível e aí eu sinto-me realizada!!! Com cinco anos posso com grande orgulho dizer que a Kaitlin já visitou 25 países!!!!
    
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Loide Hardman
 

Na Psicopedagogia Clinica sinto-me como um anjo em que cedo as minhas asas para todos aqueles que também querem voar. A aprendizagem é o nosso céu e todos juntos conseguimos alcançar os nossos objetivos.
    
Gilda Silva
 

  Por uma triste coincidência a Terapia Ocupacional entrou na minha vida. Desse modo encontrei o meu caminho através da liberdade, da criatividade e da ausência de censura. A Terapia Ocupacional deu-me o dom de ajudar/transformar o impossível numa realidade acessível e lutar pela igualdade de oportunidades para crianças, jovens, adultos e idosos. Devo o meu crescimento pessoal e profissional a todas as pessoas que passaram por mim, que me ensinaram coisas simples mas fundamentais da vida.
   
Raquel Cunha
    
 
   
Sou fisioterapeuta há cerca de 8 anos. Desde muito cedo percebi que para estar nesta profissão temos de dar tudo de nós, não só como profissional de saúde, mas também como pessoa. Pois muito do nosso tempo se divide entre o trabalho propriamente dito, e o querer evoluir, obtendo mais qualificações. Isto tudo para que possamos tornar mais fácil aquilo que parece “difícil”, e alcançar aquilo que parece estar longe. Ser fisioterapeuta é estar à prova todos os dias, sujeito a avaliações constantes, pois os nossos utentes nos exigem cada vez mais. Por isso faço desta frase, dita por uma fisioterapeuta, o meu lema: “Não faças da fisioterapia a profissão que, com a qual ou sem a qual, se fique tal e qual”.
    

   
Hugo Lima
    
 
   
   
Ser Terapeuta Ocupacional (TO) e desempenhar esta função diariamente faz parte de mim, da minha identidade, define-me como pessoa. Para mim, enquanto TO é importante saber e sentir que contribuo todos os dias para o desenvolvimento e melhoria de cada utente, pois este sentimento transforma-me numa pessoa realizada e feliz. Mas, é importante realçar que a minha “bagagem terapêutica” foi construída por cada pessoa, cada criança, cada utente que passou por mim e me fez sempre querer estudar mais, aprender, evoluir, dar novas respostas de terapêuticas mais eficazes, e acima de tudo, ensinou-me a dar valor a aspetos que para muitas pessoas são insignificantes, mas para quem vive esta luta, são passos inestimáveis. Ou seja, é habilitar, reabilitar, aconselhar, encaminhar, acompanhar, ajudar a alcançar metas que à primeira vista pareciam impossíveis, e ir à luta todos os dias para vencer. Nós somos um dos elementos, que ajuda neste longo percurso de batalhas duras e complicadas para as famílias, tornando-o mais suave e fácil. Todos os dias aprendo lições de vida e levo para casa o coração cheio de sorrisos daqueles que são já parte de uma “família terapêutica”. Por isso, é impossível pensar na “Juliana” e na “TO” separadas, pois somos um todo indissociável. 
    
    

   
   
Juliana Silva